segunda-feira, 11 de abril de 2011

Respondendo as principais duvidas da machaiada

Vladimir Maluf
Muitos grupos virtuais têm o intuito de homens e mulheres ajudarem a decifrar um a cabeça do outro. Com o mesmo título dessa matéria, várias comunidades na internet promovem esses debates. As duas mais cheias somam quase 300 mil usuários. E ainda há versão oposta: onde elas perguntam aos homens o que não conseguem entender.

Tentando ajudar você a entender a mente feminina, o iG convidou um grupo de homens que perguntam o que jamais teriam oportunidade – ou cara de pau – de perguntar para uma mulher. Elas, por sua vez, dão uma forcinha revelando os segredos do universo feminino.
Só eles tomam a iniciativa
Ele pergunta: “Há anos, as mulheres falam dos direitos iguais. E por que, então, elas nunca se aproximam de um homem, em um bar por, exemplo? Por que tem que ser a gente?”, Thiago Azevedo, 22 anos.

Ela responde: Há, sim, um certo tabu. “Ainda hoje, há um certo preconceito sobre as mulheres que tomam a iniciativa. Muitas acham que o cara vai pensar mal delas se tomarem a iniciativa, por isso, preferem se preservar”, Renata Lima, 26 anos.
Deveres iguais?
Ele pergunta: “As mulheres não querem ser dependentes, mas comentam com as amigas se tiveram que rachar a conta, como se fosse um absurdo. E tem muitas outras situações em que elas jogam na cara que ‘você é o homem’ e, por isso, deveria fazer certas coisas. Por que?”, Lucas da Fonte, 33 anos.

Ela responde: “Eu acho meio demagogo isso mesmo... As mulheres querem independência mas não abrem mão da segurança de um homem. Não matam uma barata ou aceitam dividir a conta em um jantar ou até no motel. Acho que as meninas têm medo do que eles vão pensar. Homem não gosta de mulher assim. Tenho uma amiga que foi chamada de galinha por um cara, só porque ela quis dividir o motel”, Isabela Diniz, 27 anos.
Qual o prazer das lésbicas?
Ele pergunta: “Eu não entendo como duas mulheres sentem prazer em se esfregar sem ter algo a mais no meio. Homem gay eu entendo, pois há penetração. Mas e elas?”, César Maia, de 27 anos.

Ela responde: É justamente essa falta de "algo a mais" que pode excitar duas mulheres. “Porque elas se encostam e sentem suas partes íntimas se tocarem, sem se sentirem necessariamente invadidas. Além disso, nós prolongamos as preliminares até o limite. As mulheres fazem isso muito bem, pois conhecem sua própria anatomia... Afinal, só nós temos clitóris e muitos homens não têm ideia de como brincar com isso. Sem contar que é muito sexy. Que homem resiste à fantasia de duas mulheres juntas?”, Marina*, 28 anos.
Mulheres inconstantes
Ele pergunta: “Por que elas dispensam um homem do dia pra noite? Um dia, estão superinteressadas. No outro, não querem ver o cara nem ver pintado de ouro. São loucas ou têm muitas opções de escolha?”, Deco Rodrigues, 26 anos.

Ela responde: “Nem uma coisa, nem outra. Por acreditarmos que a maioria dos homens está sempre jogando, jogamos também. Dessa forma, a mulher logo fica sabendo qual é a dele: compromisso ou diversão”, Michelle Vargas, 25 anos.
Orgasmo fingido
Ele pergunta: “Como elas fazem para fingir orgasmo e por que? Deve ser horrível fingir uma coisa que é para dar prazer”, Rodrigo Rey, 31 anos.

Ela responde: “Já fingi para agradar meu marido, pois sexo não é o principal para mim e queria fazer ele se sentir bem”, Juliana*, 30 anos.

“Eu grito, berro e sei contrair a vagina. Assim ele se sente o bonzão. Mas, também, quando não estou gostando, finjo e peço para ele gozar logo, assim acaba de uma vez”, Luciana*, 26 anos.
Sexo casual
Ele pergunta: “Por que as mulheres não acham que o sexo está em primeiro plano? Por que não podem fazer como os homens, por prazer, sem compromisso?”, Paulo Issa Maluf, 23 anos.

Ela responde: “As mulheres são mais sentimentais do que os homens. E não transo sem compromisso. É horrível você se entregar de corpo inteiro e não receber nem uma ligação no dia seguinte. Já fiz isso e recebi um torpedo quando ele chegou em casa e só. Me senti suja, usada, como uma garota de programa que não cobrou pelo serviço”, Karina*, 27 anos.

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