sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Celulites x Tratamentos


O problema de pele mais temido a celulite resulta da soma de vários fatores: o estrógeno (hormônio feminino), o sedentarismo, os problemas circulatórios, a alimentação inadequada, a genética, o álcool, o cigarro e o estresse.  Como o estrógeno é o principal fator desencadeante do problema, a celulite afeta, principalmente, as mulheres.
A primeira coisa a fazer é cortar na alimentação, alimentos com alto teor de gordura, alimentos calóricos, ou industrializados com grandes quantidades de conservantes, que além de aumentar o peso também são as principais causas do aparecimento das celulites.
O que é a celulite?
A celulite é uma alteração no tecido gorduroso e na microcirculação abaixo da pele, o que gera a formação de traves fibrosas entre as células de gordura. Essas traves costumam retrair, tracionam a pele e formam depressões e ondulações com aspecto de casca de laranja.
Qual o grau da sua celulite?
 Grau 1: sem ondulações ou irregularidades na pele ao ficar de pé ou deitado. Porém, ao pinçar a região surgem as ondulações e depressões. Existe uma alteração do tecido adiposo, mas que não compromete a circulação.
Grau 2: ondulações e depressões visíveis à palpação, com endurecimento do tecido, mas ainda sem dor. Existe uma alteração circulatória, o sangue e a linfa ficam represados e ocorre um edema intercelular.
Grau 3: ondulações e depressões são aparentes mesmo sem a palpação. Apresenta o aspecto “casca de laranja” e a região fica dolorida. A fibrose se instala e compromete a circulação. Podem aparecer vasinhos, microvarizes e cansaço nas pernas.
Grau 4: ondulações, rugosidades, depressões e vasos comprometidos visivelmente. Fase considerada grave, fibras mais duras com nódulos e circulação prejudicadas. Pernas inchadas e doloridas.
 Conheça os tratamentos mais eficazes
Drenagem Linfática favorece o tratamento da celulite, pois auxilia na diminuição da retenção de líquidos, uma das principais causas da alteração no tecido gorduroso. Frequência: Duas vezes na semana em associação com outros tratamentos. Em média 10 sessões e/ ou para manutenção ao longo da vida.
Ultrassom é um aparelho que emite ondas que provocam a quebra das células de gordura. Elimina as toxinas e estimula a circulação sangüínea. Frequência: 02 vezes na semana. De 10 a 20 sessões.
Rádio Freqüência promove o aquecimento das camadas do tecido subcutâneo e produz fibras de colágeno que fortalecem a derme contra invasão de adipócitos e estimula a lipólise, que reduz o volume das células gordurosas ao mesmo tempo em que melhora a circulação do sangue na área do tratamento. A combinação de freqüências múltiplas e terapia de vácuo intensificam o tratamento e facilitam a penetração mais profunda no tecido, possibilitando um tratamento mais efetivo da celulite. Frequência: 1 vez na semana. De 06 a 08 sessões.
Endermologia Vibratória é o mais novo conceito de endermoterapia, sem sucção e sem causar flacidez. Seu novo sistema, que atua como modelador, promove uma massagem tecidual profunda. Indicada para o tratamento de celulite e gordura localizada, pois ajuda a eliminar os depósitos de gordura decorrentes da circulação deficiente. O mecanismo de ação é a mobilização das cápsulas de gordura no tecido, que são depois absorvidas pele corrente sanguínea e linfática. Atua por meio de movimentos circulares, vibratórios e de micropercussão, sem causar dor ou traumas, aumentando assim a firmeza e elasticidade de pele, atenuando imperfeições, relaxando e aliviando a fadiga e tensões musculares. Pode ser associada à utilização de cremes lipolíticos para diminuição de gordura local e celulite. Freqüência: 02 a 03 vezes na semana. De 10 a 20 sessões.
Subcisão, lipoaspiração e carboxiterapia: entre os métodos  invasivos/cirúrgicos, citamos principalmente a subcisão e a lipoaspiração. O primeiro consiste da quebra da fibrose por meio do uso de uma agulha específica. A lipoaspiração, além de rompera fibrose, elimina depósitos de gordura localizada. Infelizmente, o benefício destas técnicas pode ser temporário, com recidiva do quadro após certo tempo. Entre os métodos invasivos, a carboxiterapia é estudada como novo método de tratamento. Porém, ainda não existem evidências absolutas em relação à eficácia e segurança deste método a longo prazo.  Freqüência e número de sessões variam de acordo com cada paciente.
LEMBRE-SE: O conteúdo é informativo/educativo. Não se deve fazer automedicação. Não é possível indicar qualquer tratamento sem o exame clínico do paciente. Caso necessário, recomendamos consultar pessoalmente um dermatologista.

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